Na passada quinta-feira (16 de julho) estive, no papel de moderador, em mais uma edição das Palestras da Montanha, uma "rubrica' de formação contínua organizada pelo Centro de Formação da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal/Escola Nacional de Montanhismo (CF-FCMP/ENM). Dessa feita, a palestra, a cargo do doutorando e treinador Eduardo Mata, versou o tema das "Atividades de Montanha e de Pedestrianismo no âmbito do Turismo Desconectado". Uma temática que desperta um interesse crescente, tendo em conta a generalização de situações de dependência das redes sociais e de interações constantes com o telemóvel. Nessa interessante palestra verificou-se também a alusão à importância que a IA já tem e que, sobretudo, irá ter; situação que também terá de ser alvo de estratégias de desconexão. Neste contexto, deixo aqui uma reflexão do escritor Ted Chiang. Quer a palestra de Mata, quer a entrevista a Chiang, levam-me a pensar como será o futuro, a curto, médio e longo prazo, da prática de atividades de ar livre, em geral, e de atividades de montanha, em particular... Uma espécie de terapia para (ajudar a) viver ou sobreviver?

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