quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Excelsior


Gravura de Edward Whymper © Alpes (séc. XIX)

The shades of night were falling fast,
As through an Alpine village passed
A youth, who bore, ‘mid snow and ice’,
A banner with the strange device
Excelsior!

His brow was sad; his eye beneath,
Flashed like a falchion from its sheath,
And like a silver clarion rung
The accents of that unknow tongue,
Excelsior!

In happy homes he saw the light
Of household fires gleam warm and bright;
Above, the spectral glaciers shone,
And from his lips escaped a groan,
Excelsior!

“Try not the Pass!” the old man said;
“Dark lowers the tempest overhead,
The roaring torrent is deep and wide!”
And loud that clarion voice replied,
Excelsior!

“Oh stay”, the maiden said, “and rest
Thy weary head upon this breast!”
A tear stood in his bright blue eye,
But still he answered, with a sigh,
Excelsior!

“Beware the pine-tree’s withered branch!
Beware the awful avalanche!”
This was the peasant’s last Good-night,
A voice replied, far up the height,
Excelsior!

At break of day, as heavenward
The pious monks of Saint Bernard
Uttered the oft-repeated prayer,
A voice cried through the startled air,
Excelsior!

A traveller, by the faithful hound,
Half-buried in the snow was found,
Still grasping in his hand of ice
That banner with the strange device,
Excelsior!

There in the twilight cold and gray,
Lifeless, but beautiful, he lay,
And from the sky, serene and far,
A voice fell like a falling star,
Excelsior!

Henry Wadsworth Longfellow (1842)



REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Ritratti


Ritratti di alpinisti

Oberto, Orsini e Bisaccia: tre uomini com la montagna nel cuore e nelle azioni

© Giuseppe Oberto

© Mario Bisaccia

Ogni alpinista ha la sua storia. Anzi, ogni alpinista è la sua storia. Cambiando un verbo, ecco che la stessa frase assume un significato tutto nuovo.
Perché un conto è poter reccontare ciò che si è realmente vissuto, altra cosa è assumere quelle esperienze come un concentrato d’immagini, emozioni e stati d’animo che i nostri sensi hanno percepito e tradotto. Elementi che sono stati capitalizzati e transformati in energia. Una carica capace di incidere sulla vita, sul carattere e perfino sulla Storia. Quella com la S maiuscola che non appartiene più solo alla persona ma che, al contrario, diventa un patrimonio pubblico. E quel patrimonio, oggi, noi lo mettiamo nero su bianco in queste pagine. Me mettiamo in edidenza i contrasti, le spigolature e le tante luci che l’hannoi illuminato consentendogli di continuare a risplendere nel tempo. Contrasti che comiciano a farsi evidenti già in certe foto epiche scattate prima che l’immagine a colori fosse alla portata di chiunque. Abbiamo raccontato le imprese sull’Himalaya di Giuseppe Oberto, che Teresio Valsesia definisce «modesto e riservato». Eppure questo grand’uomo, pur essendo refrattario alle luci della notorietà, ha impresso sulle luci dei ghiacciai imprese straordinarie. È morto solo tre mesi fa, ma il suo nome continueremo a citarlo a lungo insieme ai più grandi alpinisti del Novecento. Passando da una narrazione all’altra, abbiamo deciso di raccontare anche la storia del geologo Antonio Orsini, che oltre a essere uno dei fondatori della Società italiana di Scienze Naturali há participipato alla prima ascensione del Corno Piccolo del Gran Sasso. Era il 1840. Una triade di storie diverse tra loro, ma accomunate dall’amore per la montagna, che non potevano che chiudersi com il ritratto di un altro grande alpinista che non ci há lasciato solo il ricordo delle sue scalate. No, Mario Bisaccia há fatto qualcosa di più. Qualcosa di ugualmente grande. Era un caposcuola indiscusso, era un innovatore. Caratteristiche, queste, che hanno lasciato il segno. Il più evidente? Il nodo Mezzo Barcaiolo, utilizzato per assicurare. E lui, Bisaccia, ce l’há lasciato in eredità.
[CALZOLARI, 2018: 15]

© Nó dinâmico


NOTAS
· O destaque de certas palavras a negrito é de nossa autoria.
· As fotografias dos alpinistas e a figura do nó dinâmico foram retiradas da Web.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
CALZOLARI, Luca. Ritratti di alpinisti in Montagne360 – La rivista del Club alpino italiano, nº 74, Novembro de 2018, pp. 80



O Guia


O Guia de Montanha na paisagem sintriana…

António Joaquim Ramos (Tóquim) © Penedo da Amizade (Serra de Sintra, 04/Nov. 2018)

Treinos de Montanha


Pedro Cuiça © Cântaro Magro (Serra da Estrela, Out. 2018)

Pedro Cuiça © Fojo (Cordilheira da Arrábida, Nov. 2018)

Pedro Cuiça © Fojo (Cordilheira da Arrábida, Nov. 2018)

Os módulos de aulas e de avaliações presenciais da componente específica da terceira edição do Curso de Treinadores de Montanha – Grau I decorreram, nos dias 26 a 28 de Outubro, na Serra da Estrela e, nos dias 1 a 4 de Novembro, nas Penínsulas de Setúbal e de Lisboa. O primeiro módulo centrou-se no posicionamento e na navegação em terreno montanhoso, na marcha de montanha e na gestão de grupos em actividades de montanha. O segundo abordou o ensino-aprendizagem da escalada num nível de iniciação, a escalada desportiva em rocha e em Estruturas Artificiais de Escalada (EAE), a escalada clássica e técnicas e manobras de rapel em vias de um largo.
Um programa exigente e intensivo de sete dias de actividades em diversos meios e tipos de rocha, finalizado com a realização de testes escritos nas componentes geral e específica. Apesar de o módulo inicial ter sido marcado por um frio intenso e pelo primeiro nevão da época e ter ocorrido um denso nevoeiro no dia da prova de orientação, que constituíram acrescidos e aliciantes desafios, o segundo módulo decorreu com um tempo atmosférico de feição, tendo em conta que fintou a pluviosidade que se fez sentir nesses dias, noutras horas e paragens.
Agora segue-se a componente de estágio, com a duração mínima de 10 meses, na qual os formandos deverão apurar e aperfeiçoar o seu desempenho a diversos níveis, mormente no que concerne ao treino de iniciados nas disciplinas de montanhismo e escalada.


Pedro Cuiça © Fojo (Cordilheira da Arrábida, Nov. 2018)

Pedro Cuiça © Fojo (Cordilheira da Arrábida, Nov. 2018)

Pedro Cuiça © Penedo da Amizade (Serra de Sintra, Nov. 2018)

terça-feira, 23 de outubro de 2018

D'a virtude

DR © Nikolai Konstantinovich Roerich

O nosso espírito lança-se para as alturas; serve assim de símbolo ao nosso corpo, e é imagem de uma ascensão. Os nomes das virtudes são outros tantos símbolos desta ascensão.
[NIETZSCHE, 1985: 84]

O momento em que desprezais o conforto e a cama fofa, em que nunca vos julgais bastante longe da moleza para repousar, é o momento em que nasce a vossa virtude.
[NIETZSCHE, 1985: 85]

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
NIETZSCHE, Friedrich. Assim Falava Zaratustra. Lisboa-. Guimarães Editores, 1985, pp. 376.


O Cervo


DR © 

O Servo do Senhor
(…)
6 Eu o Senhor te chamei em justiça, e te tomarei pela mão, e te guardarei, e te darei por concerto do povo, e para luz dos gentios.
7 Para abrir os olhos dos cegos, para tirar da prisão os presos, e do cárcere os que jazem em trevas.
(…)
9 Eis que as primeiras coisas passaram, e antes que venham à luz, vo-las faço ouvir.
(…)
16 E guiarei os cegos por um caminho que nunca conheceram, fá-los-ei caminhar por veredas que não conheceram: tornarei as trevas em luz perante eles, e as coisas tortas em direitas. Estas coisas lhes farei, e nunca os desampararei.
Isaías 42

DR © 

Post Scriptum: na sequência de eventos de 15 de Outubro de 2018...

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Luogo spirituale

LA MONTAGNA IMMAGINARIA


Per il ventiquattresimo anno consecutivo i monti Lessini, a nord di Verona, hanno ospitato uno dei più interessanti festival europei dedicati a vita, storia e tradizioni in montagna. Dal 24 agosto al 2 settembre il Film Festival della Lessinia (www.ffdl.it) ha portato nel bosgo di Bosco Chiesanuova lungometraggi, documentari, corti e animazioni da tutto il mondo coi loro registi, ma anche scrittori, esploratori, studiosi e abitanti della montagna nelle sue mille sfumature.
[RUSSO, 2018: 54]



(…) Al tema di quest’anno, la montagna immaginaria, era dedicata la retrospettiva, che ha proposto grandi classici del cinema come La montagna sacra di Jodorowsky (1975), Orizzonte perduto di Frank Capra (1937), La bella maledetta di Leni Riefenstahl (1932) e Twin peaks di David Lynch (1990). Un’ottima occasione per rivedere film belli e talvolta discussi.
Ricca anche la serie di incontri intitolata ‘Parole alte’. Andrea Moro ha portato il suo romanzo Il segreto di Pietramala (La nave di Teseo, 2018), mentre la scrittrice Elena Loewenthal ha dialogato com Adriana Cavarero sulla montagna come luogo spirituale. Partendo da La nascita del Purgatorio di Jacques Le Goff, Mario Allegri ha narrato la genealogia della ‘montagna inventata’ accompagnato dai canti della Divina Commedia, letti da Alessandro Anderloni. Michele Lobaccaro, Domenico Monaco e Margherita Sciarretta si sono addentrati com parole e musica nel romanzo Il Monte Analogo, di René Daumal. Guido Roghi, Francesco Sauro e Natalino Russo hanno proposto un viaggio tra geologia e speleologia, strumenti capaci di far immaginare montagne nascote come quelle esplorate dall’associazione La Venta e raccontate nel libro Nel cuore della Terra (Skira, 2017). Tiziano Fratus, autore di molti libri tra cui Il bosco è un mondo (Einaudi, 2018), ha accompagnato il pubblico in un percorso fatto di boschi e alberi millenari. (…)
[RUSSO, 2018: 56-57]


NOTA
As palavras assinaladas a negrito são de nossa iniciativa.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
RUSSO, Natalino. L’anno della Lituania. Montagne 360 – La rivista del Club alpino italiano, Outubro de 2018, pp. 54-57.


sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Caminhadas Solitárias



Então Zaratustra disse-lhes que preferia prosseguir sozinho o seu caminho, porque era amigo das caminhadas solitárias.
[NIETZSCHE, 1985: 83]

Há sentimentos que procuram matar o solitário; se o não conseguem, então, que seja ele a matá-los!
[NIETZSCHE, 1985: 71]

A minha sageza selvagem foi fecundada nas solidões das montanhas; nas pedras áridas pariu o seu filho (...).
[NIETZSCHE, 1985: 92]




REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
NIETZSCHE, Friederich. Assim Falava Zaratustra. Lisboa: Guimarães Editores, 1985, pp. 376.



quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Gestão de Risco



O Centro de Formação da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal/Escola Nacional de Montanhismo (Centro de Formação FCMP/ENM) vai realizar, no dia 30 de Outubro, mais uma acção de formação contínua no âmbito das Palestras da Montanha, desta feita sob a temática Gestão de Risco em Actividades de Montanha: alterações climáticas, novos paradigmas e desafios.
O aquecimento em meio montanhoso foi detectado nos anos 70 do século passado nos Alpes mas só no final da década seguinte se começou a falar do aquecimento global e suas consequências em montanha. Estas manifestam-se através de fenómenos meteorológicos extremos (e.g. ondas de calor, pluviosidades muito intensas, ventos tempestuosos), regressão de glaciares, degelo de permafrost, derrocadas, etc.. A gestão de desportos/actividades de montanha por parte de Treinadores deverá contemplar a compreensão, previsão e tomada de decisões face a estas novas variáveis.
Esta acção de formação, pretende enquadrar a gestão da segurança e risco em desportos/actividades de montanha no contexto das alterações climáticas, resultantes do aquecimento global, com vista ao desenvolvimento de estratégias e tácticas para fazer face aos novos paradigmas e desafios, com especial enfoque nos ambientes de alta montanha mas também no que concerne à média e baixa montanha.




segunda-feira, 24 de setembro de 2018

A Roda do Ano



As flores silvestres da macieira talvez sejam as mais belas das flores de todas as árvores, tão abundantes e deliciosas para a vista como para o olfacto. É frequente o caminhante sentir-se tentado a dar meia-volta para se atardar perto de uma árvore extraordinariamente bela, com flores dois terços abertas. (…)
As primeiras maçãs começam a amadurecer por volta do primeiro de Agosto; mas creio que nenhumas são tão boas para comer como algumas para cheirar. Para perfumar os nossos lenços, uma só destas maçãs é superior a qualquer perfume vendido numa loja. (…)
Deste modo, em todos os produtos naturais existe uma determinada característica volátil e etérea que representa o seu valor mais elevado, e que é impossível banalizar, comprar ou vender. (…)
Em Outubro, com a queda da folha, distinguem-se melhor as maçãs nas árvores.
[THOREAU, 2016: 29-33]


Os europeus que chegaram à América ficam surpreendidos com o esplendor da nossa folhagem outonal. Não há referência a qualquer fenómeno semelhante na poesia inglesa, poi ali as árvores adquirem poucas cores vivas. Quase tudo o que Thomson diz sobre este assunto no seu poema «Outono» está contido na seguinte estrofe:

«Mas vede os evanescentes boques de muitas
cores,
Matizes sobrepostos, mais e mais profundos,
obscurecidos
Os campos em redor; uma sombra cerrada,
obscura e penumbrosa,
De todos os cambiantes; desde o verde desmaiado
Até ao negro-fuligem.»

E também no verso em que se fala de

«o Outono radioso sobre os bosques amarelos.»

A transformação outonal dos nossos bosques ainda não deixou uma marca profunda na nossa literatura. Outubro mal coloriu a nossa poesia.
Um grande número de pessoas, as que passaram a vida em cidades e nunca se aventuraram a vir ao campo nesta estação, nunca viu isto: a flor, ou antes, o fruto maduro, do ano.
[THOREAU, 2016: 83-84]



NOTA
Já tinha Maçãs Silvestres & Cores de Outono há alguns meses aguardando a respectiva leitura. Agora com o Equinócio outonal chegou a altura propícia para me adentrar nessa obra de Thoreau: uma referência bibliográfica no âmbito da nature writing. Para alguns aproxima-se o final de mais um ano e/ou o início de outro, para mim trata-se de mais um marco significativo e substancialmente significante da Roda do Ano: aquele que anuncia a estação minha preferida...



REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
THOREAU, Henry David. Maçãs Silvestres & Cores de Outono. LISBOA: Antígona, 2016, pp. 166. ISBN 978-972-608-281-1



Andar (n)outros tempos


DR © Vale do Jamor (Oeiras)

O programa Ande pela sua Saúde e pela Saúde do Planeta prossegue no próximo domingo, dia 30 de Setembro, desta feita sob a forma de um passeio histórico-cultural, sobre as quintas que existiam no vale do rio Jamor antes da construção do complexo desportivo do Estádio Nacional: Quinta da Graça, Quinta do Balteiro, Casal do Esteiro, Quinta do Rodízio, Quinta de S. José, Quinta das Biscoteiras, Quinta Nova e Palacete de Santa Sofia. Esta trata-se de uma oportunidade privilegiada de praticar actividade física, devidamente enquadrada e ademais complementada pela interpretação do património edificado, mas também imaterial, do troço terminal do vale do Jamor.
A iniciativa, realizada no âmbito das Jornadas Europeias do Património, resulta de uma parceria entre a Associação Vamos Salvar o Jamor (AVSJ), o Centro Desportivo Nacional do Jamor (CDNJ) e a Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (FCMP), terá início, como costume, às 9.30, junto da Estrutura Artificial de Escalada (EAE) situada no Parque Urbano do Jamor.  
O percurso terminará por volta das 12.00. Este percurso é gratuito e para participar bastará comparecer. Mexa-se, venha andar bem e conhecer a história do Jamor.



sábado, 22 de setembro de 2018

Be Active




Caminhar é bom


Pedro Cuiça © Região de Mourtis (Pirenéus Franceses, 2005)

Caminar afecta a los cinco componentes de la puesta en forma:
1.    Composición corporal (…)
2.    Puesta en forma cardiovascular (…)
3.    Flexibilidad (…)
4.    Resistencia muscular (…)
5.    Fuerza muscular (…)
Caminar también proporciona otros beneficios físicos y previene peligros asociados con otros tipos de ejercicios. Caminar es un ejercicio de bajo impacto, que sitúa menos tensión sobre los huesos y los tejidos. Los marchadores impactan cada vez, alternativamente, com la mitad de su peso corporal en el pie adelantado, mientras que los corredores lo hacen com tres o cuatro veces más peso. Esto crea menos possibilidades de lésion por impacto repetitivo.
Las investigaciones indican que caminar ayuda a los huesos a permanecer fuertes y densos fortaleciendo al cuerpo para soportar su proprio peso. Aunque la osteoporosis (patologia en la que los huesos se vuelven más frágiles), es un problema más común en las personas mayores, la densidad ósea sólo puede desarrollarse y mantenerse cuando una persona es joven. (…)
El ejercicio también le ayudará a desarrollar su sistema immunitario. (…)
Caminar mejora la conciencia espacial y la capacidade de equilibrio debido a que se estabiliza sobre un solo pie en cada paso. La capacidade para evitar perder el equilibrio, el paso ligero, el giro de un tobillo, o caerse requiere control y entrenamiento de la propiocepción: la capacidad de los músculos más pequeños, tales como los de la pierna y los tobillos, para enviar mensages adecuados a los nervios y a otros músculos para mantenerse erguido. Aunque el equilibrio es algo que damos por hecho, precisa de entrenamiento y práctica, justo como cualquier otra cosa.
Desde deportistas ocasionales a atletas olímpicos, caminar ofrece a todo el mundo un reto. Caminar puede ser un lento paseo en el que usted gane forma física, una actividad con la que pasar el tiempo con los niños o que les sirva para recuperarse de una lésion, un ejercicio diario de puesta en forma para la vida, o un deporte de gran estímulo y alto nivel. O puede ser todo eso para usted, dependiendo de su humor o de su nivel de energía en un día concreto.
[IKNOIAN, 2008: 15-16]

Pedro Cuiça © Arredores de Spa (Bélgica, 2007)





REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
IKNOIAN, Therese. Ponerse en Forma Caminando. Madrid: Ediciones Tutor, 2008, pp. 208. ISBN 978-84-7902-678-3